Próteses de silicone fraudadas: sabia como se prevenir do problema e identificar as confiáveis

No mês de outubro de 2017, a FenaSaúde realizou o terceiro Congresso de Saúde Suplementar, na cidade de São Paulo, com ampla discussão sobre fraudes em órteses, próteses e materiais especiais, utilizados indevidamente em hospitais, apontando o que já foi feito em outros países para amenizar o problema.

Entre os problemas principais destas fraudes estão: materiais frágeis que colocam em risco a vida das pessoas, em sua maioria superfaturados entre profissionais antiéticos e que não seguem padrões de segurança.

A relevância do assunto nos levou a fazer um guia básico para você ficar atento com próteses de silicone fraudadas e como identificar aquelas que são de materiais confiáveis. Confira na nossa postagem de hoje.

1. Saiba a marca que o médico utiliza

Segundo informações publicadas no Estadão, ao analisar próteses de silicone fraudadas da empresa francesa PIP, a Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – apontou que 41% mostrava problemas de resistência e que muitas vezes podem prejudicar a saúde da paciente, portanto este é um dos principais fatores que você deve ficar atento sobre a prótese de silicone: conheça o material, a resistência, saiba onde ela foi produzida. Vale lembrar que a comercialização de próteses de silicone da marca PIP está proibida no Brasil.

Uma dica interessante é perguntar ao seu cirurgião plástico a marca de prótese que ele utiliza. Geralmente, essa informação é passada na primeira consulta, porém caso não seja, também é um direito seu perguntar qual prótese será utilizada na realização do implante. Sabendo da marca, também será mais fácil colher informações e notícias sobre a mesma.

2. Verifique se as próteses são de gel coesivo

Outro ponto para se livrar de próteses de silicone fraudadas é observar se elas são de gel coesivo, pois evitam ruptura e vazamento da prótese, além de promover um preenchimento mais próximo dos tecidos mamários.

Trata-se de um material consistente, que não causa desconforto e que, atualmente, é o mais utilizado no mundo para implantes de silicone. Portanto, na hora de realizar a prova das próteses em sua mão, observe se é um material duro demais ou se há consistência, mas é macio ao mesmo tempo.

3. Pesquise se a marca tem selos de qualidade

Selos de qualidade são uma das maiores provas para diferenciar por quais motivos um material é mais confiável que outros. No Brasil, as próteses de silicone devem conter os selos de qualidade da Anvisa e do Immetro, que realizam diversos testes em laboratório, observando a resistência e segurança do material e se o mesmo é livre de microorganismos.

Estas são as principais certificações que existem no Brasil e, sem elas, as próteses de silicone não podem ser utilizadas para comercialização.

4. Tome cuidado com próteses muito baratas

Uma boa prótese de silicone custa um certo valor, variando entre dois a três mil reais pelo par. Desconfie de próteses que são oferecidas por um valor muito abaixo disso, pois elas podem ser de procedência duvidosa. Não arrisque a segurança da sua cirurgia por uma diferença de valor que não será tão importante no custo total do procedimento. Exija sempre marcas de qualidade.

Qualidade Motiva Implantes

A Motiva Implantes é uma marca que se importa com a segurança e qualidade das próteses de silicone, conta com a certificação da Anvisa e transparência sobre o desempenho de seus materiais, podendo ser consultados aqui.

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Fontes: Luciana Pepino / Estadão / FenaSaúde

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